terça-feira, 27 de maio de 2014

4 anos: criança ou anão?



I’m back!

Pra dar uma ótima notícia a todas as grávidas, mães e pais do mundo: aos 4 anos tudo melhora, gente. É sério.

Miguel fez 4 anos em Março. E assim, como num passe de mágica ele se tornou uma espécie de anão. Dorme sozinho, desfraldou por completo (noturno), come igual um trabalhador, não fica doente mais, dorme 16 horas seguidas (inclusive aos finais de semana), já fica na casa de parentes, colegas, e quem quiser, é independente e até já ajuda nas compras do mês (zoeira essa parte, mas se bem que o cofrinho dele já tá quase na hora de quebrar e não é uma má idéia)



Brincadeiras à parte, realmente notei uma grande diferença no comportamento. De bebê a rapazinho. Ele já assiste desenhos (nunca curtiu, até hoje lá em casa não tem Discovery Kids inclusive...), consegue se concentrar e me dá até 1 hora de sossego (é pra glorificar de pé!), desenha (inclusive sofás, toalhas de mesa, estátuas e cofres e paredes pintadas), guarda seus brinquedos, coloca roupa suja no cesto, escova os dentes sem reclamar, me dá conselhos amorosos (sim!), passeia sem pedir colo (na maioria), é uma boa companhia.


Ei Deus, não dá pra da barriga já ir direto pros 4 anos? #ficaadica


Vamos lá:


- Dormir sozinho: Miguel dormiu comigo desde que nasceu. Eu falo da cama compartilhada aqui O seu quartinho nunca foi usado, vendi o berço com ZERO uso. Tentei algumas vezes, mas não tinha como: eu não aguentava levantar pra amamenta-lo à noite e ele dormia infinitamente melhor quando tava comigo. Era bom para os dois e a gente seguiu assim. Nunca tive pressa, curtia. Mas aí ele mesmo começou com um “mãe, quando meu quarto tiver bem arrumadinho e lindo, vou dormir nele”. Achei que tava dando os sinais que precisava de espaço e independência. Foi o que fui estimulando, sem forçar nada. Um belo dia ele fala: “Mãe, hoje eu quero dormir na minha caminha”. Ok, eu disse. Nesse dia, ele acordou umas 5 vezes. Mas decidi não retroceder, até porque eu já estava acordando toda dolorida dessa tal cama compartilhada. O menino é espaçoso. A gente acordava mais ou menos assim:


                     

Eu ia lá, afagava, conversava e esperava ele dormir de novo. Passamos uma semana nessa saga (mas como diz a Roberta do blog “Piscar de Olhos” : “Por trás de uma criança feliz, há sempre uma mãe com olheiras”.

Pra resumir tudo: ele dorme na cama dele. Foi super positivo, sem traumas, sem imposição. Ele não ficou na minha cama até os 18 anos como profetizaram, não ficou com sequelas, não morreu sufocado com meus cabelos, e conseguiu dormir sem meu suvaco. (SÓ POR HOJE, é o lema dele). A hora de dormir tem sido bem mais bacana agora, porque sempre leio duas historinhas, faço uma oração (incentivando ele a agradecer pelas coisas boas que aconteceram no dia) e deito num colchão ao lado da caminha dele. As vezes ainda pede pra eu ficar ate dormir, outras eu deixo ele sonolento e vou pra minha. Sem crise. Ele aprendeu a lidar com o medo do escuro e a confiar mais em mim, que estou no quarto ao lado, mostrando que não precisamos estar junto pra estar perto. #LuanSantanaFeelings

Ele vai pra minha cama de madrugada ou começo da manhã (umas 6 horas) e dormimos juntos mais um bocado, o que é uma delícia. Tô mais descansada e ele mais feliz.


Obs: as vezes eu nem me dou conta que ele foi pro meu quarto. Um dia ele falou: “Mãe, como eu vim parar aqui? Acho que foi Jesus que me trouxe no colo”. HAHAHA. Tá né?


- Desfralde: Foi no tempo dele também. Confesso que fiquei paranóica um tempo, porque ele não desfraldava nunca e o pior: nem dava sinais disso. Acordava com a fralda bem cheia.

Ouvi muita gente. Muito conselho. Muito pitaco. Pra no fim largar de mão. Pensei: ah, quero me estressar não, se ele quiser usar fralda até chegar no tamanho geriátrico, ok. (Viu? Pareço boa mãe, respeitando o tempo da criança, mas só sou preguiçosa. Risos).

E aí no dia 13 de Abril, noite na verdade, ouço:

“mãe, não preciso usar mais fralda pra dormir, sou um rapaz".

Simples assim. Um VRAP na cara da sociedade pitaqueira. (VRAP é onomatopeia de tapa?).

E assim seguimos. Ele faz xixi antes de dormir e às vezes de madrugada (antes de ir pra minha cama), sozinho, porque ele sabe a mãe que tem. Evolução natural. Filho de mãe preguiçosa se torna independente pra sobreviver. Ou Jesus o leva também, sei lá.

Ás vezes ele ainda faz na cama, mas tem se tornado cada vez mais raro. Nunca briguei quando isso acontece. Ele já sabe: “Mãe, tô molhado. Mas acidente acontece né?”. É o que eu falo, que não tem nada não. E não tem mesmo.

O que importa é que dinheiro em fralda nunca maaaaais (quer dizer, se eu encerrar a produção por aqui). Sou livreeeeeeeee! Isso não me pertence mais:


  
            

                                            (Inclusive esse manequim 36. Buá)


No mais, continuo naquele glamour de estar comendo e ouvir um grito: “MÃÃÃÃE, VEM ME LIMPAR”, mas é o próximo passo. Aguardemos.


“A incrível ligação entre o funcionamento  do intestino das crianças com a hora da refeição das mães: por que? É de próposito? Como não emagrecemos? Por que só com as mães? Amanhã no Globo Reporter”

É sério gente, não tá fácil não. Mas se fosse fácil não seria MAternidade e sim PA. Ops.


- Diálogos e conselhos:


Bom, Miguel sempre falou. Dá uma lida nesse blog que escrevo e verás que com menos de 1 ano esse cidadão já falava igual uma matraca. Mas agora ele não só fala. Ele argumenta. Ele questiona. Ele cobra. Ele dá conselhos. Ele exige.


Outro dia ele me vê me triste e fala:


- “Mãe, por que você tá triste?”



- Ah filho, porque mamãe terminou o namoro como o tio C. (mães e essa mania de falar em terceira pessoa)


- Ah, que triste. Mas vocês podem ser amigos ainda.

 

Oi? Análise pra que né?!


Ele opina sobre tons de cabelo, batons, sapatos. Segue sendo metrossexual e vaidoso, rei da autoestima:


- “Mãe, já tô de saco cheio de todo mundo dizer que sou lindo,que sou fofo, que sou inteligente”

e

- “Mãe, você é branquinha ou pretinha igual eu?

- Ah filho, sou meio branquinha.

- Ah, que pena, porque ser pretinho é mais bonito”

 
Ele é autocritico:

- “Mãe, eu falo tanto que pareço que tomei a PIRULA falante né?”

(é. pois é)

Ele se surpreende com coisas óbvias:

“Mãe, vem aqui ver que CABELO ESTRANHO esse da Ana Maria”, me disse em uma certa manhã, após ligar a TV, sobre a apresentadora do Mais Você.




Ele aprende palavras novas e usa no contexto certo:





Ele continua me amando, me idolatrando e querendo casar comigo (eu sei que é até ele conhecer uma piriguetezinha loira no ensino fundamental, mas me deixem iludida):


- “Mãe, sabe, eu amo duas mulheres e vou casar com as duas. Você e a Emilia
(a boneca de pano)”.

Bom, quem sou eu pra julgar os fetiches alheios e a bigamia não é mesmo?!

Miguel continua sendo Miguel.




Escuta Ellen Oléria, Caetano Veloso, mas quer mesmo é ir no show da Anitta e da Valeska Popozuda (ele me pede isso, todos os dias). Ama a Mallu (Magalhães). Lê Clarice Lispector ("Como nascem as estrelas" é o livro preferido do momento) e é viciado em Monteiro Lobato. Seu atual hobby do momento é olhar as palavras dos livros e copiar. Sim, ele copia direitinho. Já sabe “escrever”, meu amor. Vai ser de humanas?


Prometo que serei uma blogueira (de merda) mais assídua. Admiro vocês que escrevem com frequência, que tem disciplina, organização, foco. Nasci sem. Se eu tivesse, já tinha sido convidada pra ir no Jô ou fazer um ensaio nu sensual maternoNÃO PERA.

Enfim, postarei os vídeos dele. Precisam ver essa criatura. E eu preciso ir na Eliana, com os melhores da internet. Rá.

Obs: volto pra falar também da Guarda Compartilhada que tem dado certo e me garantido duas ou três noites na semana em que eu:

( ) faço orgias sexuais
( ) bebo todas
(  ) aproveito pra estudar
(  ) faço faxina na casa
(x ) durmo 18 horas seguidas

Daqui uns 4 anos recupero meu vigor e sono atrasados.


Beijos

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O menino no balanço



Vai e vem
E quando vai
Ele sente que pode alcançar o Céu.

Estende a mão
Solta um grito de alegria
Sente o sopro do vento
Que mais parece uma canção.

O menino sorri
Se alegra
E não se importa em saber por quê.

Sem nenhuma preocupação
Compreende
Que o sentido da Vida
É viver.



(Poema do Heitor, pai do Miguel)

 

terça-feira, 9 de julho de 2013

A tal da culpa (é minha)




Mãe e culpada são sinônimos. Não deveria ser, mas é. Joguem no gugol “culpa” e certeza que vai cair em milhares de blogs e páginas sobre maternidade. Esse meu texto será mais um.
Não vou entrar no mérito da polêmica sobre isso, mas o fato é que mãe e culpa é como "Amor sem beijinho, bochecha sem Claudinho", formam uma dupla perfeita?!
Até criaram uma campanha campanha no facebook pra isso. 

Ok, ela tem o viés totalmente de incentivo ao consumismo como disse Lu Brasil, aqui, que tem a lógica mais ou menos assim: 

“Diga não à culpa pelo desmame, pra quê amamentar até os dois anos?” (e olha que linda essa nova mamadeira NUK)
“Diga não à culpa por ter leite fraco” (ja viu nossa linha de leite NAN?)
“Diga não à culpa por estar sempre ocupada afinal filhos são incansáveis no quesito pedir atenção ( Saiu a nova cadeirinha que embala o bebê e a pilha dura até ele fazer 3 anos)
“Diga não á culpa por trabalhar tanto, qual o problema de ser uma mãe (cansadíssima, estressada e desinteressada) de fim de semana? (e trabalhe muito pra garantir a compra de todos os itens anteriores) (BRASIL. Lu)

Mas quero focar no slogam da campanha: “Culpa, não!” (Até curti a campanha no face, porque achei legal, sem ler o teor #soudessas)

Sabe, desde que comecei a ler sobre maternidade (e isso foi bem antes de ser mãe, quando comecei a faculdade, atendendo famílias nos meus estágios, culminando no meu trabalho de conclusão de curso sobre a de invisibilização das mães biológicas no processo de adoção) desmistifiquei um pouco tudo que a cerca. O amor incondicional, o instinto materno, a vocação “natural” que toda mulher carrega e também a culpa. 

Quase tudo que falei é cultural e a MINHA maternidade é diariamente construída. Não é cor de rosa. Não é fácil. Não tava no meu útero o que determinou ser a mãe que sou hoje. Eu sou a mãe que escolho ser. E eu escolhi abrir mão de ser culpada.

Essa tal culpa da maternidade está diretamente ligada ao machismo, que prega  que chamamos de dupla e/ou tripla jornada. É a tal da síndrome da Mulher Maravilha, que faz as mulheres (leigas) culparem o feminismo por ter que dar conta de tudo. E só pra ficar claro: nós não temos, não.

Explicando: hoje, a mulher trabalha fora, chefia empresas e equipes, mas também casa e têm filhos e se vê, muitas vezes perdida entres esses papéis. Como se tivesse que ser bem-sucedida e realizada em ambos. Talvez a culpa materna não existisse (ou fosse menos opressora) nos tempos das nossas avós, quando elas se dedicavam integralmente ao lar e à educação dos filhos. . Não tinha culpa, mas talvez houvesse desejo reprimido. Não tinha culpa, mas também talvez não tivesse felicidade. Não tinha culpa, mas também não tinha direito de escolha, portanto não vêm ao caso

Hoje, ainda são poucas as mulheres que tem coragem de assumir que não querem ser mães e mesmo assim, são vista com maus olhos pela sociedade. E às que escolhem ser mães, mas não querem abrir mão de suas carreiras, sua vida pessoal, seus relacionamentos? Para essas, só resta um veredicto: a culpa.
 
O que mais escuto das pessoas quando falo que Miguel fica o dia todo na escola (pra eu trabalhar hein?) é: “tadinho”.
Oi?
Tadinho porque? 

Se eu viajo à trabalho é “tadinho”. Quando descobrem que me divorciei do pai dele: “tadinho”. Se ele vai ficar com o pai e a família paterna, a cada quinze dias: “tadinho”. Se ele fica com a avó ou com alguém pra mãe (tadinha) sair uma vez na vida é “tadinho”.

Mesmo hoje, as pessoas esperam que uma mulher abdique de toda uma vida pra ser mãe, pra viver a maternidade. E essa mulher, como eu, não se sente culpada, aí meu amigo é o fim da picada.

Vejam bem, não estou dizendo que ter um filho ou filha seja fácil, que a vida não mude, que não tenhamos que abdicar de muitas coisas. Tudo isso é verdade. Mas quando esperam que essa doação seja só por parte das mães é que me indigna. 

Sim, a “mãe natureza” (tá vendo como a culpa é sempre da mãe?) concedeu a nós o dever de carregar por 9 meses, parir, amamentar, mas carregar um fardo e título de “CULPADA” eu dispenso.

 Luto por uma paternidade compartilhada (e não, trocar fralda não torna um pai ativo e participativo), isso no que diz respeito aos sentimentos também.

Tento passar ao Miguel que o pai dele é tão importante quanto eu. Lá em casa, não tem essa de “mãe é mãe”. Mãe é mãe e pai é pai. Eu erro, ele erra. Queremos o melhor, acertamos também. Não tem essa de mãe mais carinhosa. Não tem essa de mãe educa, pai estraga. Não tem essa de homem é tudo igual. Não tem essa. Não tem essa.

No meu caso especificamente, não consegui chegar numa guarda compartilhada matematicamente equilibrada. Quem fica com o “grosso” da coisa ainda sou eu, mas tá melhorando. Quando preciso viajar a trabalho (ou mesmo a lazer/descanso) é com o pai que Miguel fica. E super bem, falando comigo ao telefone e pedindo presentes. O pai dele viaja a trabalho também. 

Desde cedo Miguel sabe que a mãe dele também trabalha fora, tem uma carreira. Se busco ele mais tarde na escola, no plantão, explico que estava em um reunião importante e etc. É lógico que não faço isso todo dia. Tento ser o mais presente possível, dou carinho, amor, atenção e o principal: falo a verdade pra ele, sempre. 

Com isso vivo uma maternidade sem culpa e assim, sou uma mãe melhor.

O que a Lu Brasil disse no texto, eu discordo um pouco: do papel que a culpa tem de nos fazer melhor. Aliás, nos fazer melhorar ela até pode fazer, mas nos motivar e viver dela é que não dá.

Segundo o dicionário (da internet aí): 

“Responsabilidade de um ato ou uma omissão de um crime.
Causa de um mal.
Delito, falta.”

Essa culpa ruim, estrutural e estruturante que falei no texto, é uma coisa. É aquilo da mulher ser a melhor profissional, a melhor mãe que pode ser e ainda assim se sentir culpada no fim do dia porque não fez tudo, não deu conta de tudo.

 É o que mais acontece.

A outra e saudável culpa é aquela pontual. De você gritar excessivamente com seu filho sem necessidade ou de não ter lido a historinha porque preferiu ver a novela. Essa, eu sinto. De vez em quando e porque sou humana, erro. Sinto remorso. Peço desculpas (sim, eu peço desculpas ao Miguel, porque mostro pra ele que mãe também erra), tento reparar. 

Essa culpa pode acontecer com mãe, pai, avó, tio, e vizinho. Não é exclusiva da mulher, nem deve afetar sua autoestima e maternidade.

Eu ainda vou além disso. Sou tão segura quanto ao meu “eu mãe” que a outra culpa não me consome, nem me atinge, mesmo quando vem de fora. E parando pra pensar, cheguei à conclusão de que sou culpada mesmo. A “culpa boa”.

Vejam bem, outro dia vi a Lívia  falando no facebook: 

“As pessoas dizem que DOU sorte de ter filhos bonzinhos, Não dou sorte, dou EDUCAÇÃO”. 

É isso, me senti contemplada. Ouço o dia todo que Miguel é uma criança muito inteligente, muito comunicativa, educada, amável, carinhosa, etc, etc e que tenho sorte. Em contrapartida, se ele tem uma febre a culpa é minha. Uma lógica que não entra na minha cabeça.

Quem tá com ele todo dia? Que veste uniforme (alias, o ensinou a se vestir sozinho)? Que prepara café da manhã? Que leva pra escola de ônibus (ensinando que nosso carro foi roubado, mas que não tem problema, ônibus é legal também)? Que ensina a passar na faixa de pedestre, dando sinal com a mão? Que ensina que não pode jogar lixo na rua? Que tem que respeitar os mais velhos? Que tem que falar com licença, obrigado, por favor e bom dia? Que ensina a agradecer à Deus pelas coisas? Que ensinar a guardar os brinquedos? Que não precisa bater pra ensinar? Que quando bateu pediu desculpas e ensinou que violência não educa? Que nunca deixou chorando? Que ensina que pra birra não resolve nada? Que dorme junto? Que abraça, beija e dá muito carinho? Que amamentou por dois anos? Que trata ele com respeito? Que ensina a respeitar os mais velhos? Quem dá banho e ensina que não pode desperdiçar água? Quem lê história e contextualiza? Quem incentiva a ler? Quem tá lá todo dia, faça chuva ou faça sol, doente ou saudável, de carro ou a pé pra buscar na escola e viver tudo isso, diariamente?

EU, EU, EU.

Então, minha gente, sem desmerecer Deus que meu deu um filho MEGA especial, eu assumo: SOU CULPADA.

Meu filho é doce, inteligente, formula frases inteligentes, é elogiado na escola, compartilha brinquedos, respeita os mais velhos, tem uma sensibilidade e inteligência acima da média, sabe sobre leis de trânsito e direitos humanos, canta, dança, é feliz e amável por pura CULPA MINHA.
É isso. Sou culpada mesmo. Agora sim.

Observação: não quis nesse post desconsiderar a importância do pai da criança, dos avós e tios, além da escola, que são de fundamental importância do desenvolvimento. É só um desabafo com um pouco de auto-marketing.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A primeira apresentação na escola ...

...a gente nunca esquece!
E se esquecer, volto no blog pra refrescar a memória. Afinal, criei esse espaço pra isso né?



Mas é sério. Miguel mudou de escola, de casa, de cidade. (Falei das mudanças no último post). E diferente da outra, essa é escolinha mesmo, com atividades, uniforme (ounnn) e claro, apresentações! #asmãepira

Daí que Natal e pá, recebi na agendinha dele: "Mamãe, farei uma apresentação de Natal, favor me vestir de branco e gorro de papai noel. ". Deveria vir escrito: "Mamãe, prepare-se para uma overdose de emoção, amor, e encantamento. Leve máquina e lenço pra limpar a baba."

Vejam com seus próprios olhos:

(Meu filho é esse, o menorzinho, mas o mais lindo, o que faz a coreografia certa e o que vai indo pra frente no decorrer da música, porque né, não nasceu pra ser coadjuvante. #aloka)








Sou mãe e uso saia curta , me deixe



Fofura master né, gente? No dia das mães, toda a cobertura jornalística blogueira e babada de novo. 

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