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terça-feira, 24 de julho de 2012

Se pudesse voltar no tempo...

... o que você diria a você mesma antes de ter seu seu primeiro filho (a)?

Vi o vídeo original americano, no blog (que eu tô adorando ler e indico a vocês) da Luiza e do Hilan, o Potencial Gestante . Achei sensacional a idéia e jogando no youtube, achei a versão brasileira, igualmente boa.

Taí:



E respondendo à pergunta, eu diria a mim mesma: "Leia menos livros e confie mais em você. Não é tão fácil como dizem, mas é o trabalho que mais vale a pena na vida. Tudo é uma fase e ela vai passar. E ah, não se culpe tanto".

E vocês, o que diriam a si mesmas?

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Como nascem os bebês (ou pelo menos o Miguel)

Miguel volta e meia vê fotos de mim grávida ou dele recém-nascido e questiona. Explico que ele morava na barriga, que nasceu pela "perereca" (ah gente, desculpaê, mas não vou MENTIR dizendo que cortaram minha barriga e ele tem que crescer sabendo que é natural. Ponto final.) e que ele era pequeninho e cresceu.
Aí, outro dia de manhã ele solta esses diálogos, do nada. Achei muito inteligente (#mãecorujafeelings) e filmei.

Taí.


Tudo bem que ele confunde tudo, mas né, ainda bem que ele nasceu "pequeninho" : minha vagina agradece.

Ps: Post contra-indicado para cesaristas e menores de 18 anos.

domingo, 25 de março de 2012

O que é um primo pra você?

 Manu, Miguel e Davi

"Googlei" a palavra PRIMOS para ver se encontrava um texto, poesia, verso que falasse desses que são parte tão importante da nossa infância, adolescência, da vida. Encontrei textos de "amores de primos", que dizem ser pra sempre. Encontrei referências sobre a obra O primo Basílio. Encontrei muitas, muitas fotos de primos reunidos por aí. Talvez essas imagens valessem o que quero dizer, mas não.

Ao perceber o vínculo crescente que há entre meu filho e meus sobrinhos, (e os outros "primos", no caso, filhos da minha prima) senti necessidade de falar um pouco da importância de um primo.

Miguel já gosta de estar com os primos (mesmo apanhando dos dois). Chama "Manu" e "Avi". Com o mais velho - diferença de 2 anos - começa a nascer agora uma interação, visto que Miguel já conversa, corre, brinca as brincadeiras do Davi. Antes, ele era visto como um bebezão e Davi nem dava bola. Agora já brincam de "lego" juntos, um imita o outro, disputam brinquedos, inventam moda e claro fazem arte. Já Manu (1 ano e meio) é espoleta, carinhosa e desprendida. É daquelas que ficam felizes com qualquer coisa, se joga na bagunça, não chora por quase nada, não briga por colo, não se concentra em algo por muito tempo (só Toy Story, segundo a mãe). Miguel e ela são quase da mesma idade, mas não rola muita quimica não. Ela tem um pequeno "defeitinho" : beija, abraça, gruda demais. É a nossa "bebê-chiclete", mas o engraçado é que ela é assim  mais intensamente com o Miguel. Ela ama ele. Que ama o Davi. Que bate nos dois. (Carlos Drummond, reiventei seu poema).

Entre tapas e beijos, eles estão se vinculando cada vez mais. Dividindo festas familiares, brinquedos de uso comum, o amor dos avós. Não dá para ficar no mesmo ambientes que os 3 juntos por muito tempo, porque a bagunça e barulho beiram o insuportável, mas no fim das contas, não dá pra não sorrir ao vê-los juntos.

Eu sei que é coisa de velho, dizer "poxa, foi um dia desse que..." ou "vi fulaninho nascer", mas olhar pra eles é lembrar da minha infância. Imaginar que eles vão crescer juntos. Chegar na adolescência juntos. Virarem adultos juntos. É lindo isso.


                                                    Os primos no aniversário do Miguel


Não sei vocês, mas foi com meus primos que vivi os melhores momentos  da infância e adolescência. Sou a antepenultima neta ( de 11 netos) e da minha idade mesmo só tenho uma prima, a Jú (que foi a minha melhor amiga da infância e por quem tenho muito, mas muito carinho) , mas mesmo com a diferença de idade para o resto dos primos, compartilhei de muita coisa com eles.

Dividimos: a Avó mais vó de todas as vós, que nos mimava (aliás, mima até hoje)  até não dar mais. Que vó já de idade tem um bar? Um bar chamado "Bar dos Dinossauros"? Pois a nossa tinha. E era no bar dos dinossauros que passavamos nossos fins de semana, regados a muita balinha, totó e sinuca e BARÉ de graça (quem nunca bebeu Baré não sabe o que é prazer na vida). Ali, a vózinha era a mais amada do bairro e dos bebuns e suas netas super respeitadas. Foi na mesinha do bar que ela nos ensinou a fazer tricô, amizades e a nunca, nunca abaixar a cabeça na mesa ("as pessoas podiam interpretar mal". Aliás, até hoje nunca entendi porque ela não deixava a gente abaixar a cabeça sobre a mesa). Foi lá que vi minhas primas mais velhas fingirem ser adultas ao colocar um rotulo de cerveja na garrafa de refrigerante, se sentindo as mais adultas (e tomaram no gargalo hein?). Foi na casa da Vó que fingiamos ser cantoras, apresentadoras de TV e paquitas da Xuxa. Foram as roupas (meia arrastão e jaqueta de couro) da nossa Tia Sônia, que morava lá,  que vestiamos escondidas e morrendo de medo de serem descobertas. Eram os "bejus" (tapioca) da Vó que embalavam nossos fins de tarde. Algumas idas ao "Tear de Ouro" pra comprar lã, que nos deixavam felizes, porque sempre ficavámos com o troco. Foi na época do bar, que vi minha irmã arrumar seu primeiro namoradinho, que as vezes dormia lá (na mesa de sinuca, que fique bem claro - oi?) e nos dava também ás vezes, sorvete de graça (a mãe dele tinha uma sorveteria). Foi na casa da Vó com os primos, que participamos de inúmeros natais, com a Vó vestida de Mamãe Noel. Íamos embora sempre com um dinheirinho na mochila.


                                               Festinhas de aniversário são tradição em nossa família

Dividimos: a tia mais bonita, legal e descolada que podíamos ter. Que nos proporcionava passeios ao MC Donald e pelo plano piloto, além de alguns presentes esporádicos. Nossa Tia Sônia era temida e amada, como um mito. Muitas vezes eu e Ju espiavámos ela namorar com meu futuro Tio Zé. Dividimos, já crescidos, o nascimento dos dois primos mais novos: Ana Terra e Pedro, que foi o maior acontecimento, porque a última "bebê" (eu) já tinha 7 anos.

Dividimos: a morte do nosso avô e da nossa Tia Maria e no auge de nossa infantilidade, ainda cantávamos Mamonas Assassinas na rede em minha casa, na vespera do enterro dela. Não sabiamos o que era a morte direito. Crescemos e entendemos as dores da vida juntos.

Dividimos: muitas confusões, polêmicas, brigas. Sempre antecedendo aniversários e datas comemorativas, trocamos ofensas e  hoje, em tempos de facebook, até nos excluimos e bloqueamos de vez em quando, mas no proximo aniversário ou Natal, lá estamos nós nos abraçando de novo.


                                                   Jú, minha melhor prima- amiga da infância


Juntos ganhamos músicas temáticas (da nossa Vó). Juntos dividimos muitas roupas (é tradição na família dar a roupa usada pro familiar antes de dar para os "pobres"). Juntos pagamos muito mico. Juntos usamos corte de cabelos esdruxulos e juntos olhamos as fotos passadas e nos alegramos pelo tempo ter passado.

Hoje, cada um com seu "clã", núcleo, vida. Adultos, casados, com filhos, mais gordinhos, mais bonitos (outros nem tanto) ainda somos primos. Não tão juntos quanto antes. As férias não são na casa da Vó e não bebemos mais Baré, mas ainda sim o vínculo está ali.

E a melhor definição que achei sobre primos é essa (na verdade é sobre irmãos, mas vou pedir licença poética à Tati Bernardi):

 Meu aniversário de 2 anos

"Ter um primo é ter, pra sempre, uma infância lembrada com segurança em outro coração."
 Um beijo a todos meus primos e primas. Amo todos vocês.

 Foto de 2004: Chácara do Tio Zé


(No Facebook de vez em quando rola umas coisas assim: "Nunca vi ninguém dizer que ama seus primos. Se você ama os seus, COMPARTILHA!" , como sou mais brega ainda, fiz um post pra dizer isso). 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

8 meses e minhas bodas de papel

Hoje meu pêto faz 8 meses, gente. Sou suspeita, mas ele está uma coisa! Já bate palminhas quando a gente pede (de mãozinhas fechadas, mas bate), já se arrasta (nada de engatinhar), só gosta de ficar em pé e mexe EM TUDO o que vê. Um peralta de primeira.
Mais dois dentinhos tão saindo agora, o que já tá rendendo dias querendo só o Mc Peitão aqui e muito enjoozinho.
E hoje, pela primeira vez, ele tá dormindo no bercinho dele. Comprei uma mega babá eletrônica com camêra, infravermelho e o escambau pra garantir que eu vou estar atenta até à sua respiração. E ainda de 5 em 5 minutos vou lá conferir sua respiração. (Sou paranóica?).
Na verdade, preferia que continuasse com a gente na cama, mas por questões de segurança, ele teve que ir pro berço em seu quarto. Papo pra outr post.
Mas o fato é que meu bebê tá crescendo na velocidade da luz. Pára tempo, pára?


E falando em tempo: ontem meu dia foi tão, tão, tão que nem deu pra postar (aliás, não tá dando né? To ainda escrevendo minha monografia... ), mas comemorei 1 aninho de casada. Casamento que já começou a três.

Fomos para um hotel beem legal aqui em Brasília mesmo, só pra não passar em branco. De dia o Miguel ficou com a gente e à noite ficou com a vovó (primeira noite que ele dormiu fora: sobrevivemos! ). Foi uma delícia, gente.
Olha foto da comemoração a 3:


Não sou muito chegada a declarações e palavras demais pra todo mundo ver,mas consegui resumir assim:




Ps: Pra quem acha que Boda de Papel é pouca coisa, lembre-se que o então candidato José Serra fez até tomografia e ficou de repouso por causa de uma bolinha de papel. #piadinhainfamepósvitória

Ps2: Não me abandonem?

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Eu no Mamíferas

Gente, essa semana sou a Mamífera Convidada lá nas Mamíferas e hoje tem texto meu lá. Vão me ler, comentar, me elogiar, me xingar, me amar pra sempre? (tô carente)



Pra ler o texto, clique AQUI .

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Enquanto eu não postei...

Miguel sentou sozinho. (Isso tá mega atrasado, foi com 6 meses ainda. Mas só agora que ele já fica sem tombar)


Miguel foi pela primeira vez à piscina (e odiou, porque realmente a água tava muito gelada)






Estreou sua primeira Havaiana



Agora chupa o dedão...do pé!



Ganhou seu primeiro dentinho (conseguem ver? Clica que aumenta. Se não der mesmo assim, veja com os olhos do coração, rs ).




Gente, tô enganando vocês na cara dura com fotos. Mesmo.Admito. Mas é que não tô sabendo lidar com essa vida de mãe trabalhadora, estudante e fazedora de monografia. Minha vida virtual tá abandonada mesmo. Mas até o final do mês (prazo pra entrega do meu artigo) estou de volta blogando na velocidade 5. Créu,créu,créu.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Heranças Genéticas

Olha filho, seu pai nem precisa ir ao programa do Ratinho pedir DNA.



Obs: Miguel tinha 1 mês e meio na foto.

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